Quarta Etapa: Stuttgart e Rothenburg Ob Der Tauber (Alemanha)

Stuttgart (Alemanha)

Foi em Stuttgart onde pegamos o carro que nos levaria até a Rota Romântica.  Aproveitando as horas que teríamos ns cidade, fomos até a região central de Stuttgart a pé,  para uma circulada.  Paramos em outro pequeno mercado de natal,  onde provamos um strudel com molho de baunilha e nata (para quem optou por ela), e sanduíches com linguiça.   Strudel sensacional, que deixa saudades.

Fica registrado aqui o tamanho do estacionamento na cidade, onde pegamos o carro.. Realmente ENORME.  Não à toa,  essa cidade adora carros. Afinal, é a sede da Mercedes Benz e da Porsche.
















Rothenburg Ob Der Tauber (Alemanha)

A cidade onde passamos a véspera de Natal (24/12), também é chamada (justamente), como uma cidade de conto de fadas.  De ruim,  o fato de que, pela data,  não pegamos loja alguma aberta.  O único resturante que achamos ,  tem séculos e mais séculos de história, e decoração totalmente medieval.

Comemos novamente o famoso (naquela região da Europa), wienerschnitzel.  (um generoso pedaço de carne de porco à milanesa,  com batatas).

A pousada onde ficamos, ofereceu aquele que foi, talvez, o mais gostoso café da manhã de toda nossa viagem. Sensacional, em um cenário absolutamente lindo que cerca a pousada.

Por ser uma cidade medieval, suas ruas são formadas por pedras, que lhe confere um charme único.

Uma outra curiosidade sobre Rothenburg, é que a cidade contou com a sorte na II Guerra Mundial, pelos seguintes motivos:

Foi, pode-se dizer, quase toda poupada dos horrores da segunda guerra mundial, como ataques aéreos em massa e artilharia pesada por terra. Havia um militar das forças armadas aliadas que nutria um carinho por Rothenburg – John J. McCloy, Secretário Assistente de Guerra. Isso porque sua  mãe viajou para a Alemanha e conheceu a cidade, levando para seu filho uma pintura retratando as ruas de Rothenburg.

Durante a guerra chegou a seu conhecimento uma ordem de ataque aéreo à cidade alemã. Ele tentou evitar o ataque para poupá-la, mas infelizmente não foi possível.  No momento do ataque aéreo dos aliados, o céu estava bastante nublado e só parte da cidade e do muro que a cerca eram visíveis –
por isso destruiu somente uma fração da cidade (cerca de 300 imóveis, 9 torres e 600 metros do muro). Então o militar interferiu e ordenou que a cidade fosse preservada, enviando somente um grupo de 6 soldados para negociar a retirada do exército alemão sem mais destruição. Contrariando a ordem do Hitler de lutar até o fim, o comandante local aceitou o acordo e permitiu o controle aliado.
A parte atingida foi reconstruída pouco depois, com ajuda de moradores e doações vindas de fora. Em retorno, os doadores ganharam pedras com  seus nomes no muro revitalizado. Hoje, o muro continua protegendo Rothenburg e a gente passeou por ele, acessando a parte superior onde ficavam
os guardas na Idade Média.

























































































Comentários

Postagens mais visitadas